Aqui na Geração Sonora, acreditamos que as aulas de música podem ser divertidas e prazerosas sem perder a excelência e seriedade que uma boa instituição de ensino deve ter.

 

Nossos cursos são compostos por aulas individuais de instrumento (todos disponibilizados pela escola para o uso do aluno em sala de aula), com professores altamente qualificados que buscam trabalhar as dificuldades, preferências musicais e habilidades únicas de cada aluno, e por aulas coletivas de prática de banda e teoria musical, buscando oferecer uma formação completa aos nossos clientes.

 

Oferecemos mais de 10 cursos diferentes que estão disponíveis a toda comunidade, trabalhando desde a musicalização para bebês, instrumentação/musicalização infantil até adultos e pessoas da melhor idade.

 

Independentemente da idade, se você busca realizar o sonho de ser criador da sua arte, aqui é o seu lugar, Geração Sonora - Formamos Gerações, Geramos Talentos.

Nossos cursos.

Dizem as más línguas que o baixista não passa de um guitarrista frustrado, há quem defenda a ideia de que são tantas cordas em uma guitarra que é mais fácil tirar um ou duas cordas e transformar em baixo! Brincadeiras à parte o Baixo elétrico tem um papel fundamental e diferenciado em um bom grupo.

O baixo é alma de uma banda, sua função na música é juntar harmonia com o ritmo, cobrindo os espaços que ficam quando só se tem bateria e um violão tocando, além de rítmico e muito percussivo, ele é harmônico, assumindo assim o papel de unir o útil ao agradável, e colado com o bumbo da batera, pode assumir papel de solista e se destacar, como qualquer outro instrumento!!!

 

Tocar baixo é sentir o groove da batida ritmada com o coração, música é arte, e arte é expressar sentimento!!!!

Baixo
Bateria

Que Rufem os tambores, Ai vem ele! O Baterista!

Tocar bateria, para alguns, se confunde com o tempo em que se aprende a andar, desde pequenos batucamos em qualquer superfície, aprendemos a acompanhar as palmas do “Parabéns pra você”, o ritmo é o primeiro estimulo corporal que desenvolvemos, e logo se torna o nosso primeiro instrumento a disposição, antes mesmo do que a voz.

Seguindo essa lógica  poderemos concluir que os instrumentos percussivos foram os primeiros criados pela humanidade, uma vez que, batendo seus bastões ou os próprios pés no chão ou em pedras e madeiras, os homens da Antigüidade já marcavam o ritmo para as danças e cerimônias religiosas e até se comunicavam por esse meio.

 

Ser baterista é ser o dono do ritmo, ter o Groove na medida certa e controlar o andamento e transmitir segurança para os demais integrantes. Mais que ter um bom timming, é necessário ter bom gosto para criar incríveis linhas rítmicas!

Barulhentos, nunca tem tempo ruim para um baterista! Estudar música e bateria é deixar a a vida no beat certo!

Flauta doce

Doce flauta doce! Não se deixe enganar por seu tamanho, figura indispensável na musicalização infantil, sua origem vem de tempos mais antigos, onde eram usadas para tocar músicas folclóricas. Mesmo com tantas outras flautas criadas, a velha flauta doce tem um espaço especial na história da música, e que história!

 

O instrumento teve sua origem na Europa na Idade Média e um grande desenvolvimento na Renascença, quando era tocada em conjunto com outros instrumentos de sopro e de cordas.

No período barroco, tornou-se também instrumento solista e teve aí o seu apogeu. O construtor mais famoso de flautas-doce na época do barroco chamava-se Joseph Rottenburg e muitas de suas flautas encontram-se hoje em importantes museus e serviram de inspiração para as flautas atuais.

 

A flauta doce mais conhecida é a flauta soprano, que tem uma sonoridade aguda. Na verdade, pertence a uma família que conta ainda com as flautas contralto, tenor e baixo, maiores e de som mais grave.

 

O fato dela ser um instrumento que se deu tão bem com as crianças, graças às inúmeras fábulas e histórias da literatura infantil não faz da flauta doce somente um brinquedo, é instrumento de gente grande e que tem uma sonzeira também!

“ Passarinho, que som é esse?  Quem sabe o nome dele? “

Quem cresceu vendo esse quadro maravilho da turma do Castelo Ra Tim Bum? Poís é com os mais belos sons de pássaros que a flauta transversal se assemelha. Com som aveludado e envolvente, a flauta é um instrumento   feito mais comumente de ligas metálicas tendo por metal base metais como o níquel, a prata, o ouro e até mesmo a platina. Há também flautas cujos corpo e bocal são feitos de madeira, mas as chaves e mecanismos permanecem sendo feitos de ligas metálicas.

Na música Brasileira ,comumente vemos a flauta transversal sendo usada em gravações de samba e choro, fazendo contraponto com o cantor ou até mesmo sendo o executor das melodias principais.

 

Flauta transversal começou a ganhar fama e força nos lábios de Benedito Lacerda, que era um dos principais parceiros do mestre Pixinguinha, dividiam arranjos e contrapontos melódicos .

 

Entre os flautistas brasileiros de maior influência , podemos destacar ,Odette Ernest Dias, João Dias Carrasqueira e Altamiro Carrilho. Cada qual, a sua maneira, influenciou muita gente.

 

A Flauta transversal, tem sua mágica, assim como quis Mozart em sua Ópera, e simboliza toda a força que a música tem como fenômeno criado da  natureza!

 

Flauta Transversal

“Por isso uma força me leva a cantar, Por isso essa força estranha no ar Por isso é que eu canto, não posso parar Por isso essa voz tamanha”

 

A voz é o primeiro instrumento que nós acompanha, desde pequenos usamos nossa voz, seja como cantor de chuveiro, na escola ou brincando entre amigos. O Cantor é o porta-voz da banda, que leva aos 4 cantos a mensagem do grupo, canta e encanta a todos que se identificam com os mais variados estilos e letras.

 

Nas aulas individuais de canto, o aluno  tem oportunidade de se exercitar e se desenvolver em duas grandes áreas:

Técnica Vocal:

exercícios para controlar e melhorar a respiração para o canto, vocalize para treinar e aperfeiçoar: a emissão e projeção da voz a dicção e a articulação afinação e o ritmo .

 

Interpretação:

Pesquisa e ampliação do seu repertório dentro da música popular brasileira e internacional,prática orientada, experimentando diversos recursos interpretativos , prática de uso do microfone ,busca de um estilo pessoal e treinamento do “ouvido” musical (percepção musical)

 

Cantar é sempre uma terapia, afinal “Quem canta seus males espanta! “

Canto

“Se você aceitar o desafio, eu vou cantar um samba para você dançar, esse suingue provoca arrepio, pegue seu cavaco show vai começar “

 

Muito presente em estilos bem brasileiros como o Samba e o Choro, o cavaco, por incrível que pareça, teve sua origem em terras Portuguesas, e fez parte da cultura local, se espalhando posteriormente por países europeus até chegar aos portos do Brasil.

Aliás, foi em Terras tupiniquins que o Cavaquinho teve seu real valor e reconhecimento, desde a época colonial, já era um dos principais instrumentos que compunham os regionais (nome dados a grupos de músicos da época) que tocavam para a mais alta elite.

 

Indispensável em escolas de samba, o cavaco é a marca principal de sambistas e chorões, marca da música genuinamente brasileira. Entre alguns dos cavaquinhistas brasileiros que fizeram história podemos destacar Nelson Cavaquinho, Waldir Azevedo e Canhoto, além de outros tantos gigantes da nossa MPB.

Cavaco
Gaita

Que instrumento seria mais prático do que gaita? Tão prático e econômico que cabe literalmente no bolso!

Muito legal para o aprendizado- mesmo para quem não tem conhecimento musical -  pode ser uma boa porta de entrada para o mundo da música, dando ótimas  noções de ritmo e melodia. Em poucas dias de prática é possível dominar as técnicas básicas (segurar corretamente, tocar uma nota isolada, vibrato e bend) e já tocar algumas melodias.

Geralmente as primeiras gaitas que um iniciante adquire são as diatônicas, que possuem as sete notas de uma escala maior , logo temos 12 gaitas diatônicas com afinações diferentes! Com um bom tempo de estudo, o aluno pode adquirir também uma Gaita cromática, maior que a diatônica e que possuem todas as notas que usamos na musica popular.

 

Muito usada em gravações de blues, engana-se que a gaita só serve para esse estilo, podendo ser muito versátil, em estilo como o pop rock de Stevie Wonder, bossa nova nos sopros de Mauricio Einhorn , choro de Rildo Horta e até jazz com grande mestre Toots Thielemans.

 

Dentre o grupo de grandes gaitistas que marcaram seu nome na história do instrumento, ainda podemos  destacar os brasileiros Edu da Gaita, Gabriel Grossi, Pablo Fagundes entre outros,

 

Não subestime a Gaita, parece inofensiva mas tem um arsenal de belas melodias capaz que arrastar multidões e fãs por onde passa!

Seis cordas e infinitas possibilidades, tanto para acompanhar os mais variados estilos, ou para tocar aqueles solos incendiários de levantar qualquer público, a guitarra transita de maneira de maneira bem eclética, do heavy metal ao pop, passando pelo Jazz e Samba, compondo a parte harmônica e melódica do cancioneiro mundial.

Guitarristas costumam ser músicos de alto nível de dedicação, com horas e horas de estudo. É bem comum vermos por aí workshops de guitarristas famosos lotados de aluno sedentos por informação, covers tirados nota por nota bend por bend.

 

 Muito comum também jovens serem apaixonados por guitarra, mas esbarrarem no mito que para começar a tocar guitarra é necessário tocar violão antes. Verdade seja dita que ambos têm muito em comum, mas o que deve prevalecer é a vontade de expressar sua arte e seu gosto musical, ou seja, se você é rock, se gosta de guitarra e daquele solo que arrepia os até a espinha, Keep Rocking, it’s a long to the top if you wanna Rock and Roll!

Guitarra

O Pianista conhece os passos dessa longa estrada, sabe segredos de cor, conhece as pedras do caminho. E o Piano é um instrumento completo, nele executamos melodias e acordes, todos ao mesmo tempo, os 10 dedos da mãos nos levam a  lugares que nenhum outro instrumento pode levar com tanta propriedade.

As notas tocadas em um piano expressam muito mais que apenas a melodia de uma canção, elas sugerem a essência de um artista, um retrato em branco e preto do seu próprio ser, para compor uma sinfonia cheia de emoções e acordes envolventes.

Instrumento de gênios da musical mundial como Mozart e Beethoven, foi criado pelo italiano Bartolomeu Cristofori, que procurou idealizar uma evolução do cravo, um instrumento bastante parecido com o piano, com a diferença de suas cordas serem tangidas por bicos de penas

 

 A principal aspecto que diferencia os dois instrumentos é o fato de o piano ser capaz de emitir sons suaves ou fortes, de acordo com a intensidade que é tocado, enquanto o cravo, não. É aí que encontramos a origem da palavra “piano”, que em italiano significa “suavemente”.

Ser pianista é ter o mundo ao alcance das suas mãos e poder pintar a paixão pela música através das pontas dos dedos!

Piano
Saxofone

Instrumento solista que se eternizou nas gravações de Jazz através de mestres como Charlie Parker e John Coltrane, é muito explorado em estilos brasileiros como o frevo e o Choro, onde os músicos trabalham toda a virtuosidade e complexidade desse belo instrumento.

 

Se houvesse mar sob as nossas casas, saberíamos que as ondas viriam quietinhas debaixo delas, só para ouvir o som que vem dos estudos do Sax!

 

Verdade seja dita, o Saxofone tem por si só, um som apaixonante, é um romântico de muito sentimento, traduzindo sentimento em forma de canção.

 

O saxofone foi inventado em 1841, e patenteado em 1846, por Adolphe Antoine Joseph Sax (Paris 1814/1894), Apesar de ser de metal, o saxofone pertence à família das madeiras.

 

Isso ocorre porque ele combina em sua construção a palheta simples, com a boquilha do clarinete, e o corpo cônico do oboé, com o interessante mecanismo de chaves da flauta moderna, o saxofone existe em sete tamanhos: sopranino, soprano, contralto ou alto, tenor, barítono, baixo e contrabaixo. Sendo os mais comuns são o soprano, o alto e o tenor.

Teclado

Podemos dividir a família em:

 

Arranjadores

São teclados que possuem vários estilos musicais (pop, jazz, rock, balada, samba, bossa nova, dance, e muitos outros), onde se pode criar e modificar outros estilos, acompanhados por parte rítmica (bateria), baixo, strings, cordas (violão, guitarra), metais (trompete, trombone, etc.)

 

Sintetizadores

Possuem recursos de edição de timbres (alteração de frequências, modulação, efeitos, etc.),

 

Workstations

São teclados mais complexos, que incluem HD com extenso banco de timbres, síntese de sons e sequenciadores para composição.

 

Teclados Controladores

São teclados com diferente número de teclas, na maioria das vezes não possuem timbres, que tem a finalidade de controlar outros instrumentos digitais.

Para pessoas que buscam sempre novas tendências, e são super antenadas ao que sai de mais novo no mercado digital, o teclado é a escolha perfeita!

O Teclado, dos instrumentos populares, é o mais versátil, permitindo que  simulemos sons dos mais variados tipos, desde percussão até uma guitarra distorcida, o teclado reflete bem o quão longe chegou a tecnologia em termos de inovação!

 

 O teclado surgiu nos anos 60 por Robert Moog, fundador da Moog Music Inc. Os primeiros teclados eram comercialmente inacessíveis, custavam acima de U$10.000. Além disso, eram muito grandes, do tamanho de uma parede, possuíam inúmeros cabos semelhantes aos de telefone e eram muito difíceis de manusear e estabilizar uma afinação.

Ah, o ukulelê! Por não ser muito conhecido, muitos o confundem com o cavaquinho, mas não se deixem enganar: Esse violãozinho havaiano de quatro cordas possui uma musicalidade inconfundível entre os outros instrumentos de corda, e ainda por cima é relativamente simples de se aprender!

 

Além de ser um instrumento prático e, convenhamos, charmoso, o ukulelê tem história: Com a crise política na coroa portuguesa durante o período da escravidão, diversos trabalhadores portugueses imigraram para antigas colônias como o Brasil e o Havaí. Nisso, a população imigrante de

Portugal acabou levando para o Havaí uma espécie de violão chamado braguinha, que acabou sendo adaptado e anexado a cultura Havaiana! Com isso, ele passou a se chamar ukulelê, que pode significar tanto "pulga saltitante" como "presente estrangeiro" dependendo da linguagem havaiana em questão. Também ficou vastamente popular nos Estados Unidos no século passado, devido ao baixo valor do instrumento e de simplicidade.

 

E caso você esteja cético sobre a importância do ukulelê, basta lembrar-se do da música Im Yours, de Jason Mraz e a música Oração, da banda mais bonita da cidade (caso não tenham visto abram uma guia aí nesse exato momento e assistam imediatamente, pois vale a pena). Esses são ótimos exemplos do ukulelê em ação, com certeza é um instrumento que vale a pena aprender.

Ukulele

“ Um cantinho, um violão, esse amor, uma canção para fazer feliz a quem se ama...”

 

Com vocês, sua majestade, o violão! Sempre presente em todas as fases e transformações que a música brasileira passou e tem passado, o violão é, sem dúvida, o instrumento que mais representa a identidade da nossa música.

 

Esteve na base de acompanhamento de modinha e lundus na época do Brasil Colônia; posteriormente, foi ao violão que se construiu a linguagem de acompanhamento de ritmos como choro e samba. Se misturou e se

reinventou com o Jazz através das músicas de Bossa Nova nas mãos de gênios com João Gilberto, e foi seguindo a maré de novidades.

 

Nos anos seguintes, época de Ditatura, foi companheiro inseparável de artistas como Gilberto Gil, Caetano Velloso, Chico Buarque, que usaram o instrumento, entre outras formas, para protestas a censura que sofriam na época.

 

Instrumento de acompanhamento, mas também de solo, de grandes concertistas como Raphael Rabello, Dilermando Reis, Yamandu Costa e por aí vai. O Violão é mais que um instrumento, é um amigo, presente nas casas, nas ruas, em todos os lugares, sempre tem um cantinho especial para nosso querido Violão!

Violão
Violino

Honestamente, nada do que pode ser escrito aqui faria jus ao violino. Esse instrumento que é uma paixão mundial, é o mais agudo da sua família (soprano), que ainda conta com a viola e o violoncelo. Nada mais justo dizer então também que o violino é um dos maiores representantes da cultura erudita, certo? Tecnicamente sim, mas não somente isso pois um instrumento versátil como o violino pode ser usado até em músicas da cultura popular ou de massa!

Pois bem, o violino foi inventado em meados do século XVI e teve poucas alterações desde então, consistindo basicamente em um instrumento de corda oco e um arco. É dito que por duzentos anos a confecção de violinos de alta categoria era limitada a apenas três familias: Amati, Guarneri e Stradivarius.

Não é novidade para ninguém que a tecnologia há muito que invadiu o mundo da música, Entre os violinos não foi diferente, Apesar de existir muito preconceito por parte de violinistas mais conservadores, os violinos elétricos surgiram e ganharam o mundo, de tal forma, que atualmente existem muitos solistas e grupos que se apresentam com os irmãos tecnológicos dos violinos tradicionais, são muitos os recursos que o violino elétrico oferece, dentre eles:

– Capacidade de armazenar vozes e sons.

– Modos de equalização.

– Saída para fone de ouvido e amplificadores, dentre outros.

Seja elétrico ou acústico, quando o assunto é violino, não precisamos entender para gostar, ninguém saberia traduzir um violino em sua perfeição.

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